DICAS

VERÃO: SAIBA COMO PREVENIR AS DOENÇAS DA ESTAÇÃO

Férias, sol e muito calor. O verão propicia ótimos momentos de descontração com nossos amigos de quatro patas. Brincar com eles em parques e praças ou levá-los para fazer uma caminhada são programas bastante agradáveis e que combinam muito com a estação mais quente do ano. Mas, apesar de todo o clima de diversão, é necessário que os tutores fiquem atentos à saúde dos animais de estimação, já que eles podem ser acometidos por doenças típicas dessa época.

Devido às condições climáticas dessa estação, algumas doenças infecciosas são reportadas com maior frequência. Elas são transmitidas geralmente pelo contato direto entre cães infectados, ambiente e objetos contaminados, e também por vetores, como carrapatos, pulgas e mosquitos. Entender os mecanismos que tornam essas patologias mais frequentes nesta época do ano e identificar os meios de evitar que elas ocorram é muito importante. Quando se trata de doença transmitida por vetores, é indispensável perceber que tudo aquilo que favorece o aparecimento do transmissor deve ser eliminado, como o acúmulo de água parada (que propicia a reprodução de mosquitos), a exposição do alimento, além de condições insalubres de higiene (contribui para o aparecimento de roedores). A utilização de protocolos profiláticos que evitem o contágio dessas enfermidades, como vacinas, vermífugos, repelentes e antiparasitários, é muito necessário.

Babesiose, Erliquiose, Leishmaniose, Leptospirose, Parvovirose. Certamente, pelo menos um desses nomes você já ouviu ou leu em algum lugar. Estas são algumas das patologias mais frequentes nos pets durante o verão.

No período das altas temperaturas, é muito comum a proliferação de pulgas e carrapatos, que podem causar problemas dermatológicos, como coceiras, e doenças graves, como a Erliquiose e Babesiose, transmitidas pelo carrapato marrom do cão. Ambas merecem bastante atenção porque podem provocar a morte do pet. É fundamental cuidar da limpeza do local onde o animal vive para evitar a presença dos ectoparasitas. Além disso, é necessário realizar a higiene do pet e levá-lo para consultas preventivas.

O verão traz consigo as chuvas, que propiciam a proliferação de mosquitos e, consequentemente, a prevalência de patologias transmitidas pela picada desses insetos. Geralmente, nos animais, as picadas ocorrem nas áreas do corpo onde não há pelos (orelhas, ponta do focinho, abdômen e ao redor dos olhos). Além do incômodo que a picada vai causar no pet, ela pode transmitir várias doenças. A Leishmaniose é a mais relevante delas por se tratar de uma zoonose, ou seja, pode acometer os animais e os seres humanos. Essa doença ainda é motivo de polêmica entre os tutores e os profissionais da saúde. Recentemente, o seu tratamento foi legalizado no Brasil. As formas mais eficazes de prevenção são a vacinação e utilização de repelentes para evitar o contato entre o cachorro e o mosquito responsável pela transmissão.

No período das cheias, é comum na zona urbana a ocorrência de inundações, principalmente em áreas circundadas por ribeirões. Nessa situação, a Leptospirose (também uma zoonose) merece atenção. A transmissão dessa doença ocorre por meio do contato com água ou lama de enchentes contaminadas com a urina de animais infectados, sobretudo os ratos. Para prevenir essa zoonose, é importante evitar que o animal tenha contato com locais de risco e manter a vacina polivalente em dia. Algumas medidas de manejo também protegem o cão da doença, como não deixar o alimento dele exposto e manter o ambiente limpo.

Uma das infecções contagiosas mais comuns nos cachorros é a Parvovirose, doença causada pelo parvovírus canino e que tem altas taxas de mortalidade principalmente em cães filhotes. A transmissão da Parvovirose ocorre por via aerógena através do contato direto entre animais portadores e sadios, e indireto, por meio de objetos contaminados. Trata-se de um vírus muito resistente aos desinfetantes e sobrevive durante muito tempo no ambiente. A melhor forma de prevenir é vacinar o animal e evitar grandes aglomerações de cães em um mesmo local sem correta assepsia. Nos filhotes, o risco de infecção é maior entre o período do desmame e os seis meses de vida. Por isso, é recomendado que o cãozinho não saia de casa até que esteja com o calendário de vacinação completo.

O verão só vai terminar em março, então é importante ficar muito atento à saúde do pet para evitar que ele seja acometido pelas doenças típicas da estação. E para proporcionar uma vida saudável para seu amigo de quatro patas, ofereça para ele alimentos com superior padrão de qualidade. Conheça nossas linhas:

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